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PENSE NISSO
PENSE NISSO
Fora Solidão!
Seja como Adão, alegre-se com a vida de sua esposa, louve a Deus por ela ser sua companheira e amiga por toda a vida.
O Caminho da Sabedoria
Não considere o vaso, mas o seu conteúdo.
Para Amigos
Não considere o vaso, mas o seu conteúdo.
Para Amigos
Faça amizades baseadas nas qualidades das pessoas, e nunca nos seus bens.
Para a Família
O importante da educação não é o conhecimento dos fatos, mas dos valores.
Amor ilimitado
Leitura:Salmo 36
"A tua benignidade, Senhor, chega até aos céus, até às nuvens, a tua fidelidade."
Salmo 36:5
VOCÊ É AMADO COM AMOR ETERNO.
O Espelho
Recentemente, um amigo me enviou a história de um hino que eu frequentemente ouvia na igreja quando era menino:
Se o mar em tinta se tornar,
E em papel o céu também,
E a pena então sempre a correr,
O amor de Deus a descrever,
O descrever tão grande amor,
Ao mar daria o fim,
Mas onde pois, está o livro,
Em que escrever tal amor?
Estas palavras são parte de um antigo poema judeu e foram encontradas escritas na parede do quarto de um paciente de um hospital para doentes mentais.
Frederick M. Lehman sentiu-se tão tocado pelas palavras do poema que desejou expandi-lo. Em 1917, sentado em uma caixa de limões durante seu horário de almoço num dia de trabalho, ele acrescentou as primeiras estrofes e o refrão, completando o hino O Amor de Deus (MV 150).
O salmista descreve a segurança consoladora do amor de Deus no Salmo 36: “A tua benignidade, Senhor, chega até aos céus, até às nuvens, a tua fidelidade” (v.5). Independentemente das circunstâncias da vida — seja em um momento de sanidade numa mente geralmente desnorteada pela confusão ou durante um difícil período de provação — o amor de Deus é um farol de esperança, nossa fonte sempre presente e inesgotável de força e confiança.
Se o mar em tinta se tornar,
E em papel o céu também,
E a pena então sempre a correr,
O amor de Deus a descrever,
O descrever tão grande amor,
Ao mar daria o fim,
Mas onde pois, está o livro,
Em que escrever tal amor?
Estas palavras são parte de um antigo poema judeu e foram encontradas escritas na parede do quarto de um paciente de um hospital para doentes mentais.
Frederick M. Lehman sentiu-se tão tocado pelas palavras do poema que desejou expandi-lo. Em 1917, sentado em uma caixa de limões durante seu horário de almoço num dia de trabalho, ele acrescentou as primeiras estrofes e o refrão, completando o hino O Amor de Deus (MV 150).
O salmista descreve a segurança consoladora do amor de Deus no Salmo 36: “A tua benignidade, Senhor, chega até aos céus, até às nuvens, a tua fidelidade” (v.5). Independentemente das circunstâncias da vida — seja em um momento de sanidade numa mente geralmente desnorteada pela confusão ou durante um difícil período de provação — o amor de Deus é um farol de esperança, nossa fonte sempre presente e inesgotável de força e confiança.
Leitura:Salmo 36
"A tua benignidade, Senhor, chega até aos céus, até às nuvens, a tua fidelidade."
Salmo 36:5
VOCÊ É AMADO COM AMOR ETERNO.
O Espelho
O QUE SERÁ DOS TEUS SONHOS
Versículo do Dia
"...é melhor ter companhia do que estar sozinho..."
Ec 4:9
Ec 4:9




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